Vidas Passadas: 5 casos curiosos de crianças que afirmam se lembrar de suas vidas passadas

O que acontece quando morremos? Vamos para o céu? Para o inferno? Viramos comidinha de verme? Voltamos à vida em outro corpo? A ciência não tem uma resposta definitiva para esta pergunta, mas estudos que se baseiam na Física Quântica têm avançado em pesquisas envolvendo crianças que dizem se lembrar de vidas passadas. É com uma frase solta em meio a uma conversa ou com pesadelos à noite que esses pequenos revelam pistas sobre vidas que, supostamente, costumavam ter.

Dr. Jim Tucker é professor de Psiquiatria e Ciências Neurocomportamentais da Universidade de Virginia, nos EUA, e há décadas se dedica ao estudo de casos dessas crianças. Apoiado pelos estudos do professor Ian Stevenson, falecido em 2007, ele reúne mais de 2,500 casos, datados desde 1961.

Segundo ele, 70% das crianças que apresentam alguma suposta memória de vida anterior trazem a lembrança de uma morte violenta, sendo 73% deles garotos – nas estatísticas de mortes reais, a morte por causas violentas tem os homens como vítimas em cerca de 70% das vezes. Ainda de acordo com suas pesquisas, as crianças que apresentam esse tipo de memória têm entre 2 e 6 anos e 20% delas carregam marcas de nascença ou deformidades que se aproximam do local do ferimento da morte.

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Foto © UVAMagazine

Eu entendo que haja um salto para concluir que há algo além do que podemos ver e senti. Mas há essa evidência aqui que precisa ser levada em conta, e quando nós olhamos para esses casos com cuidado, essas memórias não raro fazem sentido. A Física Quântica indica que nosso mundo físico pode sair da nossa consciência. Essa é uma visão que não só eu tenho, mas um grande número de físicos também a tem”, afirmou ele à UVAMagazine, revista da Universidade de Virgina.

Confira 5 casos em que crianças afirmam ter sido outras pessoas em vidas passadas:

1. Ryan ou Martin Marty?

As histórias contadas pelo norte-americano Ryan não raro envolvem estrelas de Hollywood como Rita Hayworth e Mae West, férias em Parismusicais na Broadway e um trabalho curioso, em que pessoas mudam de nome. Nada disso seria tão surpreendente se não fosse por um mero detalhe: Ryan é um garoto de 10anos que vive com seus pais na pequena cidade de Muskogee, Oklahoma (EUA).

Aos 4 anos de idade, Ryan começou a ter pesadelos frequentes. Ao acordar com o coração palpitando, chorava para sua mãe, Cyndi, e implorava para ir a Hollywood – a mais de 2 mil km de distância de onde moram. Junto aos pedidos, histórias incrivelmente detalhadas sobre a vida nos anos 40 e 50 intrigaram a mãe, que a princípio julgou se tratar pura e simplesmente da fértil imaginação infantil.

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Certo dia, Ryan chegou até ela e disse, bastante sério: “Mãe, eu tenho algo que preciso te contar. Eu costumava ser outra pessoa”. Cyndi e seu marido são batistas e não acreditam na possibilidade de reencarnação. Contudo, a vivacidade dos fatos relatados por Ryan foi tamanha que ela decidiu pesquisar informações sobre o período relatado por ele. Enquanto folheava alguns livros com filmes antigos, Ryan apontou para um figurante do filme “Night After Night”, estrelado em 1932 por Mae West, e afirmou: “este sou eu”. Era o começo de uma jornada inquietante rumo a uma vida passada.

Ao assistir ao filme, perceberam que o homem não dizia nem uma palavra, era realmente um simples figurante, que descobriram se chamar Marty Martin. Pesquisas mostraram que Martin chegou a tentar alguns papéis em Hollywood, mas acabou se transformando em um influente agente, transformando pessoas comuns em artistas – e, eventualmente, mudando seus nomes. Perplexa com a possibilidade de ligação entre essas vidas, Cyndi decidiu buscar ajuda – estaria ela e Ryan ficando loucos ou realmente isso era possível?

Ao começar a estudar o caso de Ryan, o Dr. Jim Tucker ficou impressionado com a clareza dos detalhes mencionados. “Se você olha para a foto de um cara sem falas em um filme e me fala sobre a sua vida, eu não acho que muitos de nós acertaríamos sobre a vida de Marty Martin. No entanto, Ryan trouxe vários detalhes que realmente batem com a vida dele”, explicou o estudioso em entrevista ao Today.

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Fotos © Jake Whitman/Today

Ryan afirmava ter vivido em Hollywood, em uma rua que continha a palavra “rock” (pedra, em inglês). Ao realizar pesquisas sobre a vida do agente, Dr. Tucker descobriu que ele morava na rua North Roxbury Dr., em Bervely Hills – “rox” tem a mesma pronúncia de “rocks”. Ryan sabia também quantas vezes Martin havia sido casado, quantas irmãs ele tinha e a idade com que ele morreu. Lembranças sobre festas, atrizes e a glamorosa vida na Hollywood dos anos 40 e 50 também não são poucas.

As duas últimas informações foram ainda mais surpreendentes. Ao entrar em contato com a única filha de Martin, Dr. Tucker descobriu que nem mesmo ela sabia ter duas tias, embora documentos provem a existência de duas irmãs. No caso da idade, a certidão de óbito marca 59 e não 61 anos. Antes de pensar ter encontrado uma falha na memória de Ryan, o psicólogo foi atrás de mais documentações e descobriu que Martin nascera em 1903 e não em 1905, como consta na certidão. O agente morreu aos 61 anos, assim como afirmou o garoto.

À medida que fica mais velho, Ryan conta que as memórias vão ficando mais fracas e Dr. Tucker aproveita esse tempo para tentar entender como essas lembranças foram parar lá.

2. Luke Ruehlman ou Pâmela Robinson?

Luke Ruehlman tem 5 anos, mora e Cincinnati, Ohio (EUA) e tem um cuidado excessivo com altura e fogo. Aos dois anos de idade, começou a nomear objetos e brinquedos de “Pam” e a falar coisas estranhas, como “quando eu era uma garota, eu tinha cabelo preto” ou “eu costumava ter brincos iguais a esse quando eu era uma garota”.

Tudo isso era considerado brincadeira de criança até que um dia, despretensiosamente, sua mãe, Erika, decidiu perguntar quem é Pam. A resposta veio com naturalidade: “Eu sou Pam, mas morri. Eu fui pro céu, eu vi Deus e ele me mandou para cá. Quando eu acordei, eu era um bebê e você me chamou de Luke”, teria dito o garoto, segundo a Fox8. Estranhando a resposta, ela pediu que o garoto lhe contasse mais sobre a suposta vida como Pam e se surpreendeu com os detalhes.

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Fotos © Fox 8

Luke contou que vivia em Chicago, uma cidade com muita gente, e que costumava andar de trem. Como ela teria morrido? “Ele disse que foi em um incêndio e fez um movimento com a mão, como se alguém se jogasse de uma janela”, conta. Foi com pesquisas em jornais de Chicago que Erika chegou a uma notícia de 1993 que falava sobre o incêndio no Paxton Hotel, em uma área da cidade que concentrava afro-americanos. Na ocasião, mais de uma dezena de pessoas morreram, entre elas, Pamela Robinson, uma mulher de 30 anos. Impressionada com as coincidências, Erika perguntou a Luke qual era a cor da pele de Pam. Imediantamente, ele respondeu “negra, ué”.

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Foto ©United News Media/YouTube

3. James Leininger ou James Huston?

James Leininger sempre gostou de brincar comaviõezinhos. Em seus desenhos, fogos e bombas sempre estiveram presentes, ao lado de aviões. Quando, aos 2 anos de idade, começou a ter pesadelos frequentes e a gritar coisas como “Avião pegando fogo! Homem não consegue sair!”, seus pais Bruce e Andrea pensaram ser a imaginação infantil e o drama de algum desenho animado.

Em um desses pesadelos, James gritava tanto que seus pais foram obrigados a acordá-lo. Ao perguntarem o que havia acontecido, o garoto respondeu que o avião havia pegado fogo devido a mísseis japoneses. Ele disse ainda que havia decolado de uma base chamada Natoma e lembrava-se do nome “Jack Larsen”.

Entretidos com o interesse do garoto pela Segunda Guerra, porém completamente céticos, os pais decidiram coletar alguns livros e materiais sobre o período. Foi então que, ao passar os olhos por uma figura que mostrada Iwo Jima, no Pacífico, James estendeu o dedo e afirmou ter sido ali que ele morreu.

O caso do garoto foi parar no Ghost Inside My Child, um programa de TV que busca crianças que afirmam se lembrar de vidas passadas e faz diversos testes e pesquisas para tentar entender a situação. Em um dos testes realizados pela equipe, uma foto de Pamela foi disposta junto a várias fotos de outras mulheres negras. Luke precisou de poucos segundos para identificá-la.

Eles foram além e pesquisaram sobre a batalha de Iwo Jima, descobrindo que, naquele dia, em 3 de março de 1945, apenas um homem foi morto: James M. Huston, um rapaz de 21 anos que completava sua 50a e última missão antes de ir para casa. Atingido pelos japoneses, seu avião caiu no Pacífico e ele foi morto. Nesse ponto, a brincadeira fugiu do controle e o que eram invenções da mente de uma criança começaram a levantar dúvidas.

Além de saber detalhes específicos sobre a vida de um soldado que, assim como tantos outros, perdeu sua vida na guerra, o pequeno James demonstra um conhecimento impressionante sobre aviões. O garoto afirma que pilotava um Corsair e chegou a comentar que esse tipo de aeronave “tinha problemas nos pneus o tempo todo”. Ao ganhar um avião de presente, sua mãe observou que “ali tem uma bomba”. Imediatamente ele a corrigiu: “Na verdade, é um tanque ejetável”.

Os pais do garoto pesquisaram mais sobre a vida de Huston e chegaram a levar o pequeno James a um encontro dos veteranos de guerra. Chegando lá, ele teria conhecido cada um dos ex-combatentes pelo nome, sem nunca ter encontrado com eles – pelo menos, não nessa vida. Descobriu-se ainda que Jack Larsen era um homem que combateu ao seu lado. Ao entrar em contato com a irmã ainda viva de Huston, James começou a ter memórias específicas sobre histórias da infância, brinquedos antigos e objetos.

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Fotos ©Reprodução

As histórias da memória de James foram compiladas no livro “Soul Saver” e o garoto foi convidado por um canal de TV japonês a visitar o local onde, supostamente, o piloto teria morrido – fortes emoções.

4. Gus Taylor ou Augie Taylor?

Enquanto estava em um trocador de fraldas, aos 18 meses, Gus Taylor disse a seu pai, Ron: “quando eu tinha a sua idade, eu costumava trocar as suas fraldas”. Ron deu uma risada e continuou em sua tarefa de manter a criança limpa. Foi somente anos depois que a frase do pequeno passou a fazer sentido.

Aos 4 anos, Gus contou, em meio a uma conversa qualquer, que na verdade ele costumava seu Augie, seu avô, falecido um ano antes de seu nascimento. Mais uma vez, não foi lhe dada muita atenção. Seus pais só começaram a levar a sério o que ele dizia quando, ao abrir um álbum de família antigo, pela primeira vez, Gus não teve dificuldade alguma para apontar seu avô quando criança ou de falar sobre o primeiro carro que tivera.

Link da história no youtube em inglês: https://www.youtube.com/watch?v=zLG1SgxNbBM

O que mais intrigou seus pais, contudo, foi quando o garoto mencionou sobre ter uma irmã. Quando sua mãe perguntou mais sobre ela, Gus respondeu prontamente: “ela morreu, se transformou em um peixe, foram alguns bandidos”. A irmã de Augie fora assassinada e seu corpo foi encontrado na Baía de São Francisco, nos EUA. O assunto era tabu na família e nem mesmo seu pai sabia detalhes sobre a morte da moça.

5. Edward Austrian ou o soldado James?

Edward lembra-se claramente de estar na França, aos 18 anos, andando em uma trincheira, lama em seus pés e o rifle pesado nas costas. Uma bala lançada atravessou um soldado e cortou seu pescoço. O gosto de sangue na garganta e a chuva caindo são as últimas memórias que ele tem. O que poderia ser um trecho do relato de um sobrevivente da Primeira Guerra, contudo, são as palavras de um garoto de 4 anos.

Segundo Patricia Austrian, mãe do garoto, ela sempre foi cética quanto a questões de reencarnação, mas achou no mínimo estranho que, além do detalhado relato sobre um momento de morte em guerra, o garoto apresentasse um crônico problema na garganta desde seu nascimento.

Link da história no youtube em espanhol: https://www.youtube.com/watch?v=zLG1SgxNbBM

Os médicos pensaram se tratar de amígdalas, mas logo a dor que Edward sentia transformou-se em um cisto raro e de tratamento complicado. Em vez de se referir à dor como “na garganta”, o garoto costumava dizer que “o tiro” estava doendo. O mais curioso é que, após relatar sua suposta memória anterior e falar sobre o assunto com seus pais, o cisto diminuiu de tamanho e, aos poucos, desapareceu. Segundo o pai do garoto, que é médico, isso é algo bastante raro de acontecer e a possibilidade de Edward ter sido um soldado em outra vida é, no mínimo, intrigante.

Mera coincidência ou reencarnação? A pesquisa ainda é inconclusiva, mas as evidências são argumentos fortes. O Dr. Tucker afirma que a quantidade de casos como esses registrados é pequena devido à resistência dos pais de acreditarem no que a criança diz. Para muitos pais, as palavras dos pequenos é pura fantasia de criança e as pistas não sou ouvidas ou levadas a sério como deveriam. O que torna os relatos mais próximos de serem verdadeiros, segundo ele, é o detalhamento das cenas. “Ser apenas uma coincidência é algo que desafia a lógica”, diz ele.

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Como a consciência ou as memórias de uma pessoa poderia ser transferida para um novo corpo, isso ainda é desconhecido. Contudo, pesquisas em Física Quântica quem sabe, um dia, poderão nos responder e dizer, de uma vez por todas, se estes casos são verdade ou pura coincidência. Por enquanto, resta a nós acreditar ou não. Qual é a sua aposta?

Matéria: Bruna Rasmussen – 31/03/2015 às 07:30 | Atualizada em 08/06/2020 às 19:32 – Link: www.hypeness.com.br

Psicoterapia Reencarnacionista e Regressão Terapêutica – À Distância (On-Line) | Depoimentos

“Foram 6 sessões com Jefferson L. Orlando, uma pessoa muito gentil, educada e aberto a ouvir e ajudar no processo de conhecimento interno e pessoal. A cada encontro foram expostas questões e até mesmo feridas que vinham de outras encarnações que estão presentes ainda nesta vida, que ainda me trazem sofrimento e dor, percebi que tenho um longo caminho a percorrer de tratamento e cura.

Formam muitos sentimentos aflorados nestes dias, quem com auxílio do Jefferson consegui identificar e me fizeram reavaliar minha zona de conforto, crença, preconceitos e paradigmas.

Estou sentindo necessidade muito forte de mudanças, movimento, tomada de decisões e expandir… Como comentei a ele, me sinto travada em algumas áreas da minha vida e com ajuda do Jefferson já estou iniciando transformações significativas.

Confesso que não está sendo fácil, pois há uma resistência dentro de mim que não quer permitir a mudança, esta resistência na última semana terapia me trouxe catarses com muita enxaqueca, sonhos intensos, reflexões e choro, enfim foi um período de limpeza que acredito que será para iniciar um caminho de mudanças profundas.

Gratidão a minha centelha divina, meus mentores espirituais que me proporcionaram está jornada de autoconhecimento.

Gratidão também a querida Viviane Maeda (Médium de Psicometria/Terapeuta de Regressão que faz todas as regressões à distância) por me acompanhar nesta aventura da terapia reencarnacionista (um pouco louca)…kkk”

Mara Santos
(Terapia à Distância – On-line)

Psicoterapia Reencarnacionista e Regressão Terapêutica – À Distância (On-Line) | Depoimentos

“Eu fiz a terapia reencarnacionsta em fevereiro, eu esta travada em tudo minha vida, depois das  regressões já tive vários movimentos no profissionais, na minha energia e na família.

Depois das regressões muitas coisas boas aconteceram, um novo olhar para mim mesmo, um despertar para cuidar de mim, me amar, viver novas experiências, conexão comigo mesmo, como virasse uma chave e tudo fosse fluindo.

Eu super recomendo o trabalho do Jefferson L. Orlando, super profissional, conduta com carinho, acompanhamento perfeito, maravilhoso com certeza farei novamente, Eterna gratidão.”

Lucelia Ribeiro Elder
(Terapia à Distância – On-line)

Obs.: A Viviane Maeda é a médium de psicometria/terapeuta de regressão que faz todas as regressões à distância. Sem sua colaboração a terapia à distância não seria possível.

Psicoterapia Reencarnacionista e Regressão Terapêutica – À Distância (On-Line) | Depoimentos

“Meu nome é Mariana Felipe e tenho 28 anos, decidi no ano passado através das minhas vivências com o mundo espiritual e no processo de despertar, que uma terapia reencarnacionista seria uma ótima opção para me ajudar no meu processo.

Conheci o trabalho do Jefferson L. Orlando alguns anos atrás, mas ainda naquela época, sabia que não era o momento para iniciar a terapia. Então, agora em 2022, tive minhas sessões e com certeza foi um divisor de águas na minha vida.

Tudo o que foi transmitido pelas minhas vidas passadas foi uma resposta para os processos que eu já estava passando e me ajudaram a ter mais certeza do meu caminho e ainda mais segurança no que eu deveria fazer.

Agradeço imensamente ao Jefferson, a Viviane Maeda (Médium de Psicometria/Terapeuta de Regressão que faz todas as regressões à distância) e toda equipe espiritual envolvida nesse lindo trabalho.

Tenho muita gratidão por ter sido intuída a realizar a terapia que me foi tão necessária nesse momento da minha vida. Muito obrigada!”

(Terapia à Distância – On-line)

Psicoterapia Reencarnacionista e Regressão Terapêutica – À Distância (On-Line) | Depoimentos

“Finalmente conseguir realizar uma vontade que eu tinha há muito tempo: Fazer a terapia reencarnacionista.

As coisas acontecem quando e onde devem ser e foi neste momento específico da minha vida, ocasião em que passo por desafios físicos e dúvidas, que a oportunidade apareceu.

A experiência me trouxe muitas informações e me surpreendeu.

O aprendizado que ficou para mim foi de que nossa vida hoje é muito breve e só uma parte de um todo muito complexo que somos nós. Que não devemos nos cobrar pelo que deixamos de fazer aqui ou em outra encarnação e fazer hoje o que sentimos ser o certo, aquilo que nos traz paz e aquilo que nos enriquece a alma.

É importante o agir mesmo que a gente se confunda e acabe errando. Errar não é ruim, faz parte.

Com a terapia percebi que os aspectos econômicos, sociais e culturais da época influenciam em cada encarnação, mas há sempre um fator padrão que acaba por se repetir. O meu exemplo foi a falta de confiança em si, em uma encarnação eu experimentei esse sentimento na forma de inércia, não conseguia sair da situação que não me realizava e, na segunda encarnação, foi na forma ativa, uma vez que eu queria a todo custo provar meu valor, pois não enxergava ele em mim. Eu vivo isso hoje e ter acesso ao conhecimento sobre essas minhas passagens me ajudou a refletir sobre qual seria melhor modo de ser e agir.

Eu agradeço ao Jefferson L. Orlando e à Viviane Maeda (Médium de Psicometria/Terapeuta de Regressão que faz todas as regressões à distância) que estão aqui conosco no plano físico nos ajudando a encontrar, através do resgate de nossas histórias, o melhor caminho do nosso coração. Obrigada!”

I. Andrade
(Terapia à Distância – On-line)

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“Havia muito tempo que ansiava por conhecer minhas vidas anteriores e descobrir um pouco mais do meu Eu, que para todos aqui encarnados nesse mundo ainda de expiação e provas é tão difícil de decifrar, sem um bom trabalho de autoconhecimento.

Acompanhava há muito tempo o trabalho do Jefferson L. Orlando, e após 2 intensos anos de estudo espiritual e desbravamento do autoconhecimento, resolvi investir em uma importante chave para esse processo.

Ter acesso a acontecimentos de outras vidas foi incrivelmente esclarecedor. O fato de poder ter aquelas informações funciona como se conseguíssemos colocar um par de óculos que faz enxergar nossos pontos fortes e principalmente nossos pontos fracos (e consequentemente trabalhá-los), além de detectar padrões repetitivos e assim renovar os ciclos.

Nas regressões, nós mesmos fazemos um trabalho incrível de detectar nossos problemas, nós reconhecemos muito do que vivemos, e com o apoio do Jefferson que com suas observações nos faz enxergar ainda mais os fatos, a pensar em soluções para mudar aquilo e principalmente de podermos construir uma vida mais condizente com os nossos propósitos e assim subirmos degrau por degrau para nossa evolução emocional, espiritual e moral.

Muito obrigada ao Jefferson e a Viviane Maeda (Médium de Psicometria/Terapeuta de Regressão que faz todas as regressões à distância) por serem esse canal maravilhoso.”

Lara Fonseca
(Terapia à Distância – On-line)

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“É engraçado e contraditório, mas quanto mais vivo a terapia reencarnacionista mais entendo o porquê do véu do esquecimento. Seria muito peso e angústia carregar de forma consciente emoções, culpas e traumas de muitas e muitas outras vidas. Mas de forma inconsciente a gente vai seguindo os padrões e erros já cometidos tantas vezes, sem nem perceber, sem saber que estamos fazendo tudo igual mais uma vez. As informações sobre nós estão ali guardadinhas, esperando serem acessadas e compreendidas. É tão maravilhoso que queria que todos pudessem se permitir, mas sei que cada um tem seu momento e que o catalisador para isso acontecer vem de dentro.

E foi assim que começou para mim. Desde pequena, quando comecei a me questionar sobre a vida, a reencarnação já fazia sentido para mim. Sabia que no momento certo teria as informações necessárias para orientação do meu espírito. Então sempre respeitei meu momento, principalmente pelo fato de existir profissionais que não são profissionais. E em uma dessas buscas curiosas sobre o tema, conheci o perfil “Sol do Everest”. Aos poucos fui lendo os relatos, conhecendo a página e me encantando com o trabalho do Jefferson L. Orlando e da Viviane Maeda  (Médium de Psicometria/Terapeuta de Regressão que faz todas as regressões à distância). Até que um dia sonhei que tinha entrado em contato e que iria realizar a terapia reencarnacionista. Nesse mesmo dia entendi que era o momento.

Hoje, após ter realizado as sessões, me sinto tão grata! Pelo Jefferson, pela Viviane e por nossas hierarquias espirituais. Grata por terem me feito entender que toda a revolução e rupturas que vivo hoje precisavam existir, que estou no caminho que eu deveria estar. E isso torna tudo tão mais leve, sem culpa, sem julgamentos. Poderia ter feito muitas coisas diferentes em outras vidas, voltar para esses momentos eu não posso, mas é possível agora nesse corpo e vida que estou. É um privilégio muito grande ter a oportunidade de vivenciar isso. Se essa é uma vontade do seu coração, se permita! O autoconhecimento não é confortável, mas te firma no propósito de estar aqui e desata os nós que te desequilibram. Conhecimento é luz.”

Gratidão!

Deborah Maciel

(Terapia à Distância – On-line)

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“Chamo-me Dino e tenho 48 anos. Desde que comecei a acreditar no reencarnacionismo, fiquei muito interessado em explorar as minhas vidas passadas, por considerar que seria uma ótima ferramenta para compreender-me a mim mesmo e as circunstâncias da minha vida presente. No entanto tinha muito receio, pois não via ninguém em quem pudesse colocar a minha confiança para um trabalho tão sensível e íntimo.

Quando conheci o trabalho do Jefferson L. Orlando, através do seu canal de Youtube, pareceu-me ter encontrado uma pessoa certa para me ajudar. E de fato, ele foi sempre muito profissional, empático e respeitoso ao longo das várias sessões. Como não resido no Brasil, tivemos de optar pelas regressões à distância, com a colaboração preciosa da Viviane Maeda (Médium de Psicometria/Terapeuta de Regressão que faz todas as regressões à distância).

Não posso dizer que tenha ido desconfiado para os trabalhos, porém no fundo persistia aquela pequena margem de dúvida que foi desaparecendo, à medida que ia verificando como as diversas situações que me eram relatadas, se ajustavam como uma luva e me respondiam a muitas inquietações e problemas do presente.

Assim, tudo aquilo que posso dizer é que valeu muito a pena, em poucos dias consegui compreender e encontrar linhas de evolução que, por meios mais convencionais, como a auto-observação e a reflexão, provavelmente me levaria décadas a obter, ou não obteria de todo.

Não pense que se vai encontrar coisas fáceis e bonitas, pelo menos no meu caso, aquilo que aconteceu foi uma maior conscientização dos meus problemas. Mas se não estivermos bem conscientes deles, como os vamos resolver?”

(Terapia à Distância – On-line)

Psicoterapia Reencarnacionista e Regressão Terapêutica – À Distância (On-Line) | Depoimentos

“Quero compartilhar minha experiência nessa jornada reencarnacionista…

Foi muito inspirador e desafiador, pois eu começo a enxergar o mundo de uma forma diferente, sem culpar alguém pelo que sou hoje e me tornando responsável pelas minhas atitudes que terei de tomar.

Calibrando as ações que preciso fazer daqui para frente, para não perder a mão nesta encarnação tão passageira…

Consegui me enxergar em outras vidas, repetindo algumas atitudes e exagerando em outras…

E o mais legal que hoje consigo ver uma mudança drástica, em vários aspectos.

Percebo que o que sou não veio da minha família, da minha infância, por traumas recentes, e sim de coisas que vivi em outras vidas, e tenho o poder de superar e viver um novo rumo, e agradecer por ter recebido este presente nesta vida, que sei que fará toda a diferença daqui para frente, pois meu olhar mudou com relação a tudo, minha confiança também.

Obrigado!”

James R. Jacques
(Terapia à Distância – On-line)

Obs.: Terapia conduzida pelo terapeuta reencarnacionista Jefferson L. Orlando e Viviane Maeda (Médium de Psicometria/Terapeuta de Regressão que faz todas as regressões à distância).